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terça-feira, 21 de junho de 2022

O CURSO DE AUXILIAR VETERINÁRIO GUARUJÁ | CUBATÃO | PRAIA GRANDE | SÃO VICENTE | SANTOS

O CURSO DE AUXILIAR VETERINÁRIO

O programa de certificação da Pet School, você obterá o conhecimento e o treinamento nescessário para trabalhar como auxiliar veterinário. No curso da Pet School, as aulas abordam habilidades clínicas e administrativas, incluindo, mas não se limitando a, enfermagem animal, procedimentos cirúrgicos, testes laboratoriais, diagnóstico por imagem e procedimentos em consultório. Os alunos serão capazes de auxiliar com profissionalismo os veterinários no cuidado de animais em uma variedade de situações.

Curso de auxiliar veterinário em praia grande

Os auxiliares veterinários trabalham sob a supervisão de um médico veterinário, auxiliando no cuidado e promoção do bem-estar dos animais. O conhecimento clínico e uma natureza compassiva são vitais para garantir um ambiente positivo e eficiente.


Aluna formada no curso de auxiliar veterinário
Nossa Aluna Kaylane


Quais são minhas oportunidades de carreira como auxiliar veterinário?

 

Este programa de certificação preparará os formandos para aplicar suas habilidades em várias funções diferentes, como:

  • Assistente veterinário
  • Cuidador de animais de laboratório
  • Cuidador de animais ou trabalhador de serviço

Eles podem trabalhar em uma variedade de ambientes:

  • Clínicas veterinárias
  • Hospitais de animais
  • Abrigos para animais
  • Zoológicos





AV. Presidente Kennedy, 5674 Sala 24 e 25, Vila Tupi, Praia Grande/SP

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario no Guaruja 13 34941684

  O que fazer em caso de suspeitas de gato envenenado 

A destreza com que os bichanos percorrem superfícies elevadas, como bancadas e prateleiras, são um dos fatores que os tornam tão fascinantes. Ao mesmo tempo, por mais que sejam espertos e cautelosos, isso também os deixa expostos a riscos. Essas características, juntamente com a curiosidade do pet, contribui para um gato envenenado.

Afinal, isso facilita o acesso a medicamentos, plantas venenosas, alimentos proibidos, entre outras substâncias tóxicas. Por isso, se você tem um bichano em casa, vale a pena investir em armários e gavetas com travas. Também é importante se informar sobre quais são as plantas perigosas e evitá-las. 

Isso porque algumas das plantinhas mais comuns em apartamentos, como a Comigo-ninguém-pode, são extremamente tóxicas para cães e gatos. Mas mesmo com todos os cuidados, sabemos que acidentes infelizmente acontecem. A seguir, saiba o que fazer em caso de envenenamento.

 

Sintomas: como reconhecer um gato envenenado?

Diversas substâncias podem levar ao envenenamento de um gato, sendo que cada uma delas afeta o organismo de maneira diferente. Isso significa que os indícios podem variar muito de uma substância para outra. Entretanto, fique atento ao observar um ou mais desses sintomas de gato envenenado:

Salivação excessiva;

Vômitos;

Diarreia;

Dor abdominal;

Dificuldade respiratória;

Convulsões;

Perda de consciência,

Alterações motoras.

Se depois de conferir os sintomas de envenenamento em gatos você suspeitar que o pet realmente foi envenenado, procure uma clínica de pronto-atendimento imediatamente. A falta de atenção médica pode levar a consequências graves e até mesmo ao óbito.

Primeiros-socorros

Ao suspeitar de gato envenenado, o primeiro ímpeto de muitos tutores é tentar induzi-lo ao vômito, mas saiba que isso não é recomendado. No caso de substâncias corrosivas, por exemplo, a indução do vômito aumenta o risco de lesões, além da intoxicação. 

Em vez disso, procure um veterinário 24 horas para atendimento imediato. Quanto mais rápido você agir, melhor será o prognóstico para o amigo de quatro patas. Não perca tempo!

 

Carvão vegetal ativado, um aliado em casos de envenenamento

O envenenamento de gato é um problema muito grave que requer atenção imediata. Portanto, se você mora distante de clínicas veterinárias ou não conta com muitas opções de veterinários 24 horas em sua região, procure ter sempre carvão vegetal ativado de uso veterinário em casa.

5 dicas para proteger o bichano

A curiosidade é um instinto natural e muito saudável para os gatos. Cabe a nós tentar criar um ambiente interessante e seguro para que esses pets possam explorar. Vamos conferir algumas dicas de como fazer isso no dia a dia?

Nunca deixe medicamentos soltos em cima dos móveis. Prefira armazená-los em gavetas, armários ou caixinhas bem fechadas;

Não medique o pet sem orientação veterinária. Alguns fármacos de uso comum em seres humanos, como o paracetamol, são extremamente tóxicos para os gatos;

Pesquise sobre plantas tóxicas aos animais e evite tê-las em casa;

Produtos de limpeza devem ser mantidos fora do alcance dos bichanos, de preferência em um armário fechado,

Não permita que o gato tenha acesso à rua. Além do risco de envenenamento, ao sair de casa, ele também fica mais exposto a doenças como FIV, FELV, esporotricose, assim como a atropelamentos, entre outros acidentes.

 

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quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario em Cubatão 13 34941684

   5 CUIDADOS COM SEUS CÃEZINHOS DURANTE A PRIMAVERA


A primavera é uma estação maravilhosa para os cães e seus donos, as flores voltam à vida embelezando toda a cidade, o clima fica mais confortável, tornando-se a melhor época para levar os cães para passear e passar mais tempo ao ar livre.

Confira abaixo 5 dicas imperdíveis para manter os seus pets em saudáveis e muito felizes nessa primavera.

1.  Fique atento com as pulgas! Essa é a época de reprodução das pulgas, portanto faça uma boa limpeza na sua casa e verifique se o seu cãozinho também está livre delas.

2.  Passear ao ar livre é ótimo! Durante esses passeios, devemos ficar atentos ao que os nossos cãezinhos estão fazendo, pois o contato com a natureza, lixo, comidas e etc, deixam os nossos pets mais suscetíveis a parasitas, como por exemplo, os parasitas intestinais. Acompanhe o comportamento do seu animal, notando algo diferente, leve o seu cãozinho ao veterinário.

3.  Época de exercícios para os pets! Fique atento ao peso, e dependendo da intensidade de atividades, certifique-se que ele está recebendo a quantidade de alimento adequada para a raça e porte. Deixe sempre disponível água limpa e fresquinha para o seu animalzinho, especialmente pós-exercícios físicos.

4.  Na hora de passear, não podemos esquecer a guia! Verifique se o tamanho está confortável para o seu cãozinho. Colocar um colarzinho com o nome e dados do seu cãozinho, é uma excelente forma de cuidar e proteger o seu fofuxo.

5.  Última, mas não menos importante das dicas, verifique os pelos! Não deixe os pelos com emaranhados ou nós. Mantenha a pelagem sempre saudável e com a tosa em dia. Procure por escoriações ou pulgas, se houver, vá ao veterinário e verifique o tratamento adequado. Ah, não se esqueça de se divertir muito com seu cãozinho.

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terça-feira, 22 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario no Guaruja 13 34941684

   Primavera dá alergia em cachorro?

Quem tem asma ou rinite costuma não ser tão fã da Primavera. Isso porque as alergias afloram neste período do ano. E daí vem a pergunta: primavera dá alergia em cachorro também? A resposta é sim.

Como acontece com o homem, os cães também têm alergias que surgem na primavera. Isto porque as flores podem desencadear coceiras, irritações e bolhas na pele, problemas respiratórios (devido o pólen) e picadas de insetos, que são atraídos pelas flores.

Na primavera a natureza se renova: as flores desabrocham e as plantas crescem. É uma das estações mais bonitas do ano, mas para os alérgicos é sinônimo de espirros, congestão nasal, irritações, etc. Os pets também podem ser alérgicos ao pólen, bolor, poeiras e fumaça. Na maioria das vezes, não demonstram sinais respiratórios como nós e, sim, sinais cutâneos como irritações.

Ao inalar o pólen, o sistema imunológico do cão reage de forma exacerbada, desencadeando uma reação atópica, isto é, uma hipersensibilidade que se manifesta na pele, mesmo que esta não tenha estado em contato direto com o alérgeno. Os sintomas mais recorrentes são: falhas no pelo, áreas avermelhadas, coceiras, descamação da pele e excesso de oleosidade cutânea. O cão acaba lambendo, coçando ou mordendo a pele. 

A idade mais propícia para que os pets desenvolvam alergias surgem geralmente entre os 6 meses e os 4 anos e tendem a piorar com a idade. Se as alergias não forem tratadas, pode resultar em feridas e infecções secundárias.

Nesta época, também aumenta o número de insetos (abelhas, vespas, marimbondos) que vêm por causa das flores e podem acabar picando um pet distraído. A reação alérgica, pela picada de abelha, é uma das mais perigosas, pois desencadeia no inchaço de mucosas, que pode ser fatal em animais de focinho curto.

Você pode prevenir as alergias com banhos e limpando as patas com lenço umedecido próprio para o cão. Se ele for alérgico, evite gramas. Caso seu pet apresentar um dos sinais citados no texto, procure um Médico Veterinário, que fará os exames, o diagnóstico e o melhor tratamento. 

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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario no Guaruja 133494-1684

 

 Lenda sobre o Shihtzu  


Quem ainda não conhece a maravilhosa lenda que existe sobre o Shih-tzu vai se derreter de amor. Existe uma lenda sobre a origem do Shih-tzu que diz que a sua existência se deve a uma historia de amor proibido entre uma princesa chinesa e um homem da Mongólia. Esse romance era impossível, pois naquela época, os povos da China e da Mongólia eram inimigos.

Como esse amor não poderia ser aceito por nenhuma das famílias e seus povos, o casal apaixonado decidiu então eternizar o esse amor, paixão, ligação, e tudo o que eles sentiam pelo outro fazendo um cruzamento entre um cão da raça Pequinês (China) e um cão da raça Lhasa Apso (Original do Tibete, mas que nessa época era território Mongol)

Desta forma, nasceu essa maravilhosa raça Shih Tzu, que é meio Chinesa e meio Mongólia, um simbolo do amor verdadeiro, do companheirismo e desta maneira também mostraram para os seus povos que a união pacífica das duas culturas seria totalmente possível. Maravilhosa a historia né? Agora você já sabe que o seu Shih-tzu é um simbolo de amor infinito, assim como o que eles sentem por nós e que nós também sentimos por eles.


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quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Veterinario no Guaruja 13 34941684

  Cachorro com falta de ar: o que pode ser e como tratar?

  

Poucas coisas são tão angustiantes quanto estar ou ver com alguém com dificuldade para respirar. No caso de cachorro com falta de ar, presenciar a situação costuma ser motivo de pânico entre os tutores. Até porque, uma vez que o pet não fala e tem uma fisiologia diferente da nossa, pode ser difícil diferenciar o problema de outros quadros.

Saber reconhecer cachorro com falta de ar, quais são as suas causas e o que fazer nesses casos é importante para prestar os primeiros-socorros quando necessário. Vamos aprender como fazer isso?

Sintomas: será que é mesmo falta de ar?

Reconhecer um cão com falta de ar é simples: além de dar sinais de agonia, a pessoa tenta puxar o ar, emitindo um som bastante característico. Também pode ficar com as extremidades arroxeadas e, em casos mais graves, chegar a desmaiar. Mas e quanto aos cachorros, como identificar que eles estão com dificuldade para respirar?

Entre os principais sintomas de cachorro com falta de ar estão: agonia evidente (com grande inquietação), alteração do ritmo respiratório, emissão de ruídos anormais, pescoço estendido, além de língua e mucosas arroxeadas. 

O último sintoma, também conhecido como cianose, é uma das principais maneiras de diferenciar a falta de ar de outros quadros, como o mais inofensivo espirro reverso, por exemplo. Em casos mais graves, a falta de ar pode evoluir para um quadro com tremores e desmaio. 

O que pode ser quando o cachorro está com falta de ar?

Um cachorro com tosse e falta de ar pode estar assim tanto por episódios pontuais como por problemas de saúde crônicos. É importante estar atento a alguns sinais que ajudam a identificar a causa.

Nesse caso, se o cachorro com dificuldade de respirar se recuperou, mas vem apresentando o problema com frequência, é importante consultar um médico-veterinário a fim de descobrir se há algo de errado com a saúde ele. A seguir, listamos algumas das causas mais comuns para cachorro com falta de ar.

1. Golpes de calor

Assim como os seres humanos. os cães são animais endotérmicos , ou seja, mantêm a temperatura corporal constante por meio de mecanismos regulatórios do próprio organismo. 

Assim, quando a temperatura fica muito elevada, pode levar a um aumento da taxa metabólica, com evolução para quadros de desidratação e de colapso respiratório. Entre os principais sintomas da hipertermia canina podemos citar: 

Respiração ofegante;

Salivação excessiva;

Apatia/prostração;

Andar cambaleante;

Confusão mental,

Taquicardia.

Por causa de sua anatomia, cães braquicefálicos (de focinho achatado) são mais propensos a sofrer com os chamados golpes de calor. Seja como for, nunca deixe o pet, independentemente de sua raça, em locais fechados e sem ventilação, como carros.

Em caso de suspeita de hipertermia, leve o cachorro para um local mais fresco, interrompa qualquer atividade física que ele esteja fazendo, ofereça água fresca e procure um veterinário. 

2. Engasgos

Nesse sentido, o organismo dos cachorros é bastante parecido com o nosso. Enquanto bebem água ou ingerem alimentos, uma válvula presente na parte superior da laringe se fecha, direcionando os alimentos para o esôfago. 

Quando, por algum motivo, esse mecanismo falha e a epiglote permanece aberta, a água ou os alimentos podem parar nas vias respiratórias, bloqueando a passagem de ar. Os principais sintomas do engasgo são: 

Agonia evidente (com grande movimentação);

Salivação excessiva;

Tentativas de vômito,

Língua e mucosas arroxeadas (cianose).

O engasgo pode provocar o bloqueio parcial ou total da passagem de ar, podendo, em casos mais graves, levar o pet a óbito. Sendo assim, ao perceber que o cachorro está engasgado, procure agir imediatamente. Nesse caso, é valido conhecer técnicas para desengasgar cachorro, como a chamada Manobra de Heimlich.

 

3. Colapso da traqueia

Não é só a presença de corpos estranhos que pode causar o bloqueio da passagem de ar pela traqueia. Formada por arcos cartilaginosos, a traqueia pode passar por um processo de envelhecimento, com consequente amolecimento das cartilagens. 

Menos rígidas, as cartilagens contribuem para deixar a traqueia mais estreita, o que pode comprometer a passagem de ar. Mais frequente em cães idosos e de pequeno porte, o colapso da traqueia tem como sintomas:

Tosse seca ou engasgos, especialmente após atividades físicas intensas ou depois de momentos de grande excitação;

Tensão da musculatura do abdômen devido ao esforço para respirar;

Angústia respiratória, com emissão de ruídos;

Língua e mucosas arroxeadas (cianose),

Quadros recorrentes ao invés de episódios.

O diagnóstico do colapso da traqueia é feito pelo médico-veterinário com a ajuda de exames de imagem, como raio-X. O tratamento vai depender da gravidade do problema e do estado de saúde do paciente, sendo que, em alguns casos, é possível recorrer à correção cirúrgica.

4. Cardiopatias

Como sabemos, o coração é o órgão responsável por bombear sangue para o nosso corpo. E é no sangue que se encontram os pigmentos respiratórios responsáveis pelo transporte de oxigênio até os pulmões, onde ocorrem as trocas gasosas. 

Portanto, quando o coração do pet não está funcionando muito bem, é esperado que a falta de ar em cachorro esteja entre os sintomas. Nesse caso, Existem diferentes tipos de cardiopatias, decorrentes principalmente de fatores como idade, obesidade, predisposição genética, etc. Abaixo, listamos alguns dos principais sinais de cardiopatia em cães:

Fadiga;

Tosse seca;

Indisposição;

Respiração acelerada;

Falta de ar;

Anorexia;

Emagrecimento;

Convulsões,

Língua e mucosas arroxeadas.

Caso seu amigo apresente um ou mais dos sintomas de cachorro com falta de ar e tosse, procure um veterinário o mais rápido possível para uma avaliação. Quanto antes for diagnosticado o problema, melhor será o prognóstico para tratamento. 

 

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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Curso de Auxiliar de Vaterinario no Guaruja 13 3494-1684

 Cachorro pode comer melancia?

 

É difícil resistir ao olhar pidão de um cachorro. E não é para menos. Estudos sugerem que a expressão dos cães na hora de nos pedir alguma coisa foi incorporada ao longo do tempo, com o objetivo de nos amolecer. O problema é que, muitas vezes, o tutor não sabe quais são os alimentos liberados para cães. Por exemplo, cachorro pode comer melancia?

 


Melancia para cachorro: pode ou não pode?

Cachorro pode comer melancia, pois se trata de uma fruta muito saudável para esses pets, rica em água e nutrientes. Não à toa, é comum encontrar quem recomende oferecer melancia para cachorro no verão, o que ajuda a refrescar o cão.

Composta por 92% de água, a melancia também é uma ótima opção para manter o pet hidratado. O aumento do consumo do líquido, por sua vez, contribui para diminuir os riscos de problemas urinários, promovendo o bom funcionamento dos rins e do organismo. 

De quebra, apesar de sua doçura, a fruta ainda é um alimento pouco calórico, podendo ser oferecida como petisco inclusive para cães obesos. Por este e outros motivos, cães podem comer melancia. Ademais, se for o caso, converse com um médico-veterinário para orientações de como ajudar seu pet a perder peso do jeito certo.

 

Benefícios da melancia para os cães

A alegria dos pets ao comer um alimento tão saboroso e saudável como melancia já é um baita benefício. Não bastasse isso, a fruta ainda é rica em uma série de nutrientes que fazem muito bem para a saúde do pet. Dentre eles, podemos destacar:

Vitamina A: substância lipossolúvel, é importante principalmente para a manutenção de uma boa visão. Também ajuda no bom funcionamento dos sistemas ósseo e muscular, além de contribuir para pele e pelagem mais bonitas.

Vitamina B6: é reconhecida por participar de dezenas de reações químicas essenciais ao bom funcionamento do organismo, estando ligada à síntese de diversos aminoácidos. A deficiência dessa vitamina pode causar desde enfraquecimento da imunidade até problemas neurológicos.

É importante destacar que, imprescindíveis para o organismo canino, esses nutrientes já estão presentes nas rações de qualidade. Logo, se você proporciona ao pet uma alimentação balanceada, não é necessário fazer a suplementação dessas vitaminas. Nesse caso, a melancia faz mal para cachorro quando oferecida em excesso.

Já no caso da água, presente em abundância na melancia, ela pode ser muito útil para promover a hidratação nos dias mais quentes, ou para cães que não têm o costume de ingerir o líquido com tanta frequência. Assim, pode dar melancia para cachorro, pois ajuda a evitar problemas renais. 

 

Como oferecer melancia para cachorro?

De maneira geral, a melancia é uma fruta muito saudável para os cães. No entanto, assim como ocorre com outros alimentos, ela também pode se tornar prejudicial. Assim, tudo depende da maneira como é administrada. A seguir, separamos algumas dicas de como dar melancia para cachorro:

Remova casca e sementes: caso se pergunte se cachorro pode comer casca de melancia, saiba que essa parte do alimento contém substâncias tóxicas. Já as sementes de frutas são uma grande causa de obstrução intestinal;

Corte a fruta em pedaços semelhantes, proporcionais ao tamanho do pet. Isso facilita a apreensão do alimento e evita a deglutição sem a prévia mastigação;

Sirva apenas frutas frescas! Pedaços que não foram consumidos logo após terem sido servidos deverão ser descartados;

Ofereça o alimento com moderação. Lembre-se de que uma dieta balanceada já contém todos os nutrientes fundamentais à saúde do seu pet. Além disso, o açúcar presente nas frutas pode aumentar o risco de problemas como sobrepeso e diabetes. O ideal é que a fruta sirva de petisco, não substituindo a dieta principal,

Seja criativo nas receitas! A melancia pode ser servida em temperatura ambiente, congelada, como um picolé, e até com outras frutas.

 

Receita para cachorro: picolé de melancia

Perfeita para os dias quentes, cachorro pode comer melancia, inclusive, como picolé. Este é um jeito diferente de oferecer alimentos para o pet. Muitos se divertem com as lambidas e as mordidas dadas no alimento geladinho. Preparar esse alimento é muito fácil. Você vai precisar de:

Melancia sem semente cortada em cubos.

Água ou água de coco.

Comece batendo a melancia no liquidificador. Acrescente a quantidade desejada de água até obter uma consistência homogênea pastosa. Além de saudável e ótima para repor nutrientes em casos de desidratação, a água de coco ainda adiciona um sabor especial à receita. Considere-a.

Despeje o conteúdo do liquidificador em forminhas pequenas para picolé. Caso não tenha essa opção em casa, use forminhas de gelo. Depois, é só levar ao freezer e esperar o picolé congelar.

 

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